Amazonas é o segundo em cortes de contrato de TV por assinatura

Beatriz Gomes / portal@d24am.com

Manaus – Aproximadamente 5 mil consumidores do Amazonas deixaram de ser assinantes da TV paga, em janeiro de 2017. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as assinaturas caíram de 314,8 mil, em dezembro do ano passado, para 309,7 mil no mês seguinte, um recuo de 1,62%, o segundo maior do País. A crise econômica é um dos principais motivos para o cancelamento do serviço.

Em um ano, a redução dos assinantes no Estado recuou 2,37%, o que corresponde 7,5 mil clientes.

O Ceará liderou a redução percentual nos números de usuários de TV paga, 1,73%, seguido pelo Amazonas, com redução de 1,62%, e Amapá, com queda de 1,54%. Piauí apresentou crescimento de 0,19% e Maranhão de 0,06%, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017.

Nos últimos 12 meses, Pernambuco liderou a redução percentual nos assinantes no País, 8,02%, seguido de Rondônia, com queda de 7,98%, e Amapá, com 7,58% a menos. Lideraram o crescimento da TV paga no Brasil os Estados do Piauí, com 7,47%, Sergipe, com 4,26%, e Maranhão, com 4,08% de aumento de clientes.

Já o número de assinantesno Brasil caiu 1,91% entre janeiro do ano passado e o mesmo mês deste ano, com redução de 364,4 mil clientes. De dezembro de 2016 para janeiro deste ano, houve queda de 105 mil assinantes.

 

Celulares

O Amazonas também registrou queda no número de linhas de celulares ativas com a redução de 6,97%, em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em janeiro, eram 3,46 milhões de linhas de celulares registradas no Estado contra 3,72 milhões de janeiro de 2016.

Na comparação com dezembro de 2016, a redução foi de 0,27%, o que corresponde a 9,4 mil linhas móveis a menos. Segundo a Anatel, a desaceleração econômica também contribuiu para o encolhimento da base de acessos móveis, além da redução da tarifa cobrada entre empresas fixas e móveis.

No Brasil, janeiro de 2017 fechou com 243,42 milhões de linhas, queda de 5,38% em comparação com janeiro de 2016, o que equivale a menos 13,83 milhões de linhas.

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