Brasil enfrenta Argentina no estádio do ‘7 a 1’, nesta quinta

Com informações de agências /Dez Minutos


Belo Horizonte – No dia 8 de julho de 2014, no Mineirão, a Seleção pentacampeã mundial caiu no fundo do poço. Dois anos e meio depois da humilhação do 7 a 1 diante da Alemanha na semifinal da Copa do Mundo, o Brasil volta ao ‘Gigante da Pampulha’ para receber a Argentina, às 19h45 (de Manaus) desta quinta-feira (10), e tentar reconquistar de vez a confiança do torcedor.

Embalados com as quatro vitórias em quatro jogos sob o comando de Tite, Neymar e companhia encaram os ‘Hermanos’ como líderes das Eliminatórias sul-americanas, diante de um adversário que conta com o retorno de Lionel Messi para sair do marasmo.

Os dois craques do Barcelona chegaram juntos a Belo Horizonte, no jatinho do brasileiro, mas serão adversários no duelo de maior rivalidade no continente, no qual ambas as seleções tentarão espantar os fantasmas do passado.

Se o Brasil tenta, até hoje, curar as feridas do 7 a 1, paira sobre a Argentina a sombra de 1970. Enquanto a Seleção escrevia uma das páginas mais belas da sua história, com a conquista do tricampeonato, no México, e um time considerado um dos maiores da história, os argentinos ficaram fora da competição, pela primeira e única vez.

O técnico Tite escalará um time sem surpresas, com o retorno de Marcelo, que perdeu as últimas duas partidas por lesão, e Neymar, suspenso contra a Venezuela. Desta forma, Philippe Coutinho voltará a atuar na ponta direita, no lugar de Willian.

Para o técnico da Argentina, Edgardo Bauza, ao contrário de Tite, a situação não é das mais fáceis. Tirando Messi, que está em boa fase desde que voltou de lesão, os outros nomes consagrados do time, como Agüero ou Di María, vêm sendo contestados, tanto na seleção quanto em seus clubes.

Do lado brasileiro, o jogo terá um sabor diferente para Marcelo e Paulinho, titulares no 7 a 1. Dois anos e meio depois, a história será escrita, mais uma vez, no Mineirão. O passado também estará presente, com a homenagem a Carlos Alberto Torres, o ‘Capita’, falecido no fim do mês passado. Quem usará a braçadeira será outro lateral direito, Daniel Alves, com a menção ‘eterno capitão’, além de trocar o número 2 da camisa pelo 4, que era de Carlos Alberto, na campanha do tri.

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