Banda amazonense de hardcore e crossover se prepara para primeira turnê nacional

Tiago Melo / portal@d24am.com


Manaus – Criada em outubro de 2015, a banda amazonense SuperBad, formada pelos quatro amigos de ‘rolê’ Marcos Efraim (vocal), Luciano Guimarães (vocal e guitarra), PH (baixo) e Arthur Vitoriano (bateria), se prepara para realizar a sua primeira turnê, em janeiro do ano que vem.

Para o vocalista Marcos Efraim, a nova empreitada – que começa no dia 4, em Belém, e termina no dia 29, em Curitiba – é como um grande rolê de trinta dias na estrada, cheio de percalços, mas muito mais gratificante.

Segundo ele, a decisão para realizar a turnê se deu por conta da empolgação, tanto dos integrantes da banda quanto do público e das casas de shows da cidade.
“Estávamos com todo o gás, no embalo do relativo sucesso dos EPs, lançados em janeiro e outubro deste ano, e queríamos aproveitar logo essa energia de todos da banda e do público, que nos recebeu superbem, para cair na estrada”, afirmou Efraim, ressaltando que os pedidos do público de fora de Manaus também contribuíram para a decisão.

Quanto ao nome, não há mistério, brinca Efraim. “Durante nossos primeiros ensaios, quando ainda não tínhamos nem um nome definido, assistimos ao filme ‘SuperBad’ e gostamos tanto que adotamos o nome”, explicou ele.

Futuro pós-Correria

Sobre os projetos pós-turnê, Efraim explica que, por conta de uma mudança na formação da banda, o primeiro álbum deve demorar um pouco mais para sair.
“Depois do nosso segundo EP, intitulado ‘Que Fase!’, o qual adiantamos o lançamento para termos mais material para tocar na turnê, trocamos de baterista. O novo já vai nos acompanhar na tour e quando voltarmos vamos trabalhar em um terceiro EP para que o público possa sentir a nova pegada da SuperBad”, adiantou o músico.

Cientes de que estarão fora de suas zonas de conforto, Efraim garante que apesar de sentirem um pouco de nervoso e ânsia, a sensação e a expectativa para a primeira turnê de suas vidas são as melhores possíveis.

“O sonho de qualquer artista é tocar sua música para o maior número de pessoas possível. É fazer seu trabalho chegar aos mais diferentes lugares. E temos trabalhado na realização disso. As dificuldades não serão poucas, mas é algo que vale a pena no final”, concluiu ele.

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