Aulão de ritmos movimenta Arena da Amazônia na sexta-feira

O 3º Encontro dos Feras contará com mais de 10 professores de dança

Com informações da assessoria / redacao@diarioam.com.br

Hudson Praia, ex-dançarino do grupo Carrapicho, em mais de quatro anos de aulões de dança, já arrastou mais de 200 mil pessoas pelas ruas e pontos turísticos de Manaus (Foto: Divulgação)

Manaus – O Pódio da Arena da Amazônia vai ser palco de aulão de ritmos e sons para espantar o sedentarismo. Trata-se do 3º Encontro dos Feras, que vai reunir mais de 10 professores de dança e ainda vai contar com Hudson Praia, ex-dançarino do grupo Carrapicho, que, em mais de quatro anos de aulões de dança, já arrastou mais de 200 mil pessoas pelas ruas e pontos turísticos de Manaus.  A ação será realizada nesta sexta-feira (18) e, a partir das 18h30, e para participar, os interessados têm três formas para participar através da compra da camisa personalizada do evento no valor de R$ 25, pulseira no valor de R$ 10, e a doação de uma lata de leite.

“Teremos 14 professores participando e um DJ que vai fazer uma brincadeira com os participantes da aula, será muito animado. Com esse evento, queremos levar qualidade de vida e entretenimento, além da parte social, onde vamos arrecadar lata de leite para darmos para uma instituição de caridade”, explicou o organizador e dançarino, Hudson Praia.

Experiente e com mais de 23 anos dedicado à dança no Amazonas, Hudson espera atingir um público recorde de participantes.

“Sempre temos uma média de 500 pessoas nesse mix de ritmos e esperamos mais. Vamos ter músicas brasileiras, zumba, pop, sertanejo, uma variação de ritmos. Vamos ter de tudo”, adiantou. “É uma reunião de vários projetos (de aulões) da cidade e ainda vamos ter sorteios e brindes para quem for ao evento”.

Dança que ajuda

De acordo com Hudson, ao longo dos quatro anos de projeto, muitas pessoas foram auxiliadas para o tratamento de inúmeras doenças e transtornos psicológicos.

“Tudo começou com uma brincadeira e o projeto foi crescendo e ajudando várias pessoas. Conseguimos tirar essas pessoas da depressão, da síndrome do pânico, fizemos as pessoas socializar com as outras, tínhamos pessoas que eram tímidas e o projeto foi fazendo tudo isso”, comentou.

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